quinta-feira, 26 de agosto de 2010

solitários na cidade




Acho tão estranho esse lance de solidão.
E acho mais estranho é a maneira única do comportamento das pessoas perante o lado triste e solitário.
Nunca consegui escrever algo que não retratasse realmente a solidão.                        
E se tratando disso, sempre acabo Pensando nas promessas eternas de amor, as eternas  promessas de companheirismo das pessoas planejam.

Sempre quando saio costumo ver pessoas caminhando solitárias, pessoas com olhares perdidos, pensamentos  longe, até eu mesmo me vejo no lugar deles, mas meus pensamentos estão sempre voltado pra necessidade dessas pessoas, pro que elas sentem, pro que eles devem está pensando.
Pessoas desencantam quando são machucadas por outras.
acho tão estranha as diferentes maneiras que elas tentam encarar.

 solA pior parte é que elas não conseguem ter os mesmo pensamentos, ficam com medo de tentar de novo, deixam de acreditar nas pessoas (Quero voar, mas cortaram minhas asas).                                            

Uma das coisas que sempre fazemos na nossa solidão é espairecer, refletir sobre nossos problemas, andar por ai, ir à um lugar calmo, sentar em baixo de uma árvore...

O mais engraçado no meio de tudo isso éque sempre pensamos que estar tudo errado, mas la no fundo nós sabemos que de certa forma foi melhor.
E no final pensamos quão tolos fomos em fazer de tudo pra agradar aquela pessoa que gostamos e ela não deu a minima pra gente.

domingo, 22 de agosto de 2010

"Assim chega o fim de semana e eu sei que algo vai mudar..."

Meus finais de semanas agora sem net, são longos, chatos e profundos, talvez se eu parasse para ouvir Joy Division eu faria o mesmo que o vocalista. Então resolvi romper de uma vez com “minha promessa anti-bebidas alcoólicas por 1 longo mês” e mais chato que a minha vida é a maldita praça. Ela é tudo de bom para as pessoas que não tem o que fazer.
E quando eu não passo a madrugada aqui, eu paro pra ver TV, enquanto a “sacanagem mundana” corre solto lá fora. Essa época do ano é muito quente. E  a madrugada fica agradável, sinto saudade da chuva batendo na janela, aquele cheiro de terra molhada… Sexta escrevi um livro e fiquei com preguiça de postar, na verdade foi muito contraditório, sábado a noite é pior que meu domingo, ontem já estava truvisco no final do Little Miss Sunshine. Assistir TV madrugada é pior. Assistir a rede Globo é uma merda, tirando os filmes cults que passa, porque altas horas e uma família da pesada é um porcaria. Na Band, aqueles filmes de pervetidos que não arrajam uma mina legal pra passar a noite, abraçados e acabam se refugiando pra lá, fora a MTV que não me agrada muito, e na minha TV passa canal do boi, e Tv escola. Graças a um problema na antena parabólica minha TV pega apenas esses canais, Então eu fico limitado e acabo vindo pra frente do pc, ou então vou para o meu quarto e acabo assistindo os mesmo filmes que assisti no mês passado, mas até que gosto… mas prefiro assistir qualquer besteira, do qe assistir um psicólogo barato dos seguidores do deus de Moisés. Até o café me faz dormir. Um clima agradável e a rua com uma neblina sépia por causa das luzes dos postes. Não posso colocar as musicas que gosto, pois maioria dos botões do controle não funciona. Então acordo e escrevo mais, abro uma cerveja, e logo em seguida desmaio. Acordo tarde com aquela bela sensação de que o mundo morreu e esta só você junto e seu quarto vivo, minhas idéias funcionam lentamente… e o calor bruto arde… Mesmo assim ataco a cafeteira e me sento na cama, coloco outro filme… Falo qualquer coisa com o Donald, relacionamentos e etc. E sempre lembramos que deveríamos sair daquele tédio e ir pra algum lugar mais feliz. Sempre penso nisso. Mas eu sou muito mal acostumado. Mesmo quando não estou aqui o tédio sempre me faz uma visita e começa a me abraçar.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sem querer, eu não consegui controlar as coisas ao meu redor.
E não me oferece nenhum café ou chá, só algo que me deixe fora de mim.
Então não me deixe preocupado, ou me estressar de mais.
Minha mente não quer voar, e é tão ruim pensar que estou longe de você querendo largar tudo por ter medo de tentar, querendo tudo e provando o nada sem poder ouvir os comentários que eu queira escutar.

Juro, eu sou o que você sempre quis procurar mesmo com os meus vícios de querer ser bem menos do que eu queira ser. Fingindo não olhar para mais além, fingir não ver o que eu não quero sentir, e querer está bem mais perto de você, pra poder me sentir bem, quando eu sinto que querer te ter é bem maior que só vontade de ser.
Mas odeio imaginar que eu tenho tanto pra fazer, mas nada que me faz querer mudar de ser assim.
Talvez não.
A vida não me tem me dado o ócio de displicente que me abraça com a tristeza de querer ser feliz, o destino conspira contra mim, que faz me jogar ao acaso, pra encontrar o que não consigo entender, só pra tirar de minhas mãos sentindo o beijo de outro adeus.
Me faz de idiota em sonhar com quem me iludi em ter uma felicidade. Quem me beija e orienta quem me abraça e me observa?
Talvez eu nunca queira mudar!
É tão chato voltar para casa depois de dias, continuando tudo o que sinto ser imperfeito, sentindo a minha cama vazia na beira de um precipício, eu fico bem na beira vendo as pessoas passar me fingindo ser forte e acostumado…
Sem poder te acompanhar, pois estou acostumado, e te ver passar, eu te convido toda vez:

- Suba aqui e vamos nos embriagar, fumar um cigarro, conversar. Falar de nossas novas vidas que é tão ruim quanto às outras, que é tão vazia quanto as nossas.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A visita


  


Então Donald vem me visitar.
Entre café e cigarros falamos um monte de coisas inúteis.
Entre musicas e papo, outro cigarro.
Falamos da vida alheia e das nossas também.
Falamos mal de política, futebol e policial.
Quando cansamos de café passamos para o chá.
(…)
Alguns centímetros o sol queima a rua.
Machucando minha visão de quem acabou de acordar.

Eu:
- Então me conte alguma coisa pra me deixar feliz?

Donald:
- Ela!

Eu:
- Ela quem?

Donald:
- A “Ghlads”!

Eu:
- Hum, sonhou com ela de novo?

Donald:
- Ahan.

Eu:
- Legal. Perae os filhinhos insuportáveis da vizinha estão querendo comprar bombons.

Donald:
- Tu não gostas de crianças?

Eu:
- Gosto, mas não tenho paciência.
 
Donald:
- Tu é muito estranho.

Eu:
- no duro? Então me conte outra novidade?!
(...)

Então passamos horas falando 
sobre relacionamentos, dinheiro, problemas e trabalho.
(...)

Eu:
- Amigo, ainda to com sono.

Donald:
- Velho, tu engravidou alguém?

EU:
- Não. Por quê?

Donald:
- Tu vive com sono.

Eu:
- Não engravidei ninguém, pois odeio sexo.

Donald:
- Ai bicho, tu é gay?

Eu:
- Só porque eu não gosto de sexo, não quer dizer que eu não goste de garotas. Então pega mais café, estou falando com ela pelo msn.

Donald:
- Humm... Rum, Rum, ta afim mesmo dela, né safado!

Eu:
- Pega mais café, que só mais um pouco eu durmo aqui.
(...)

E nós insistimos no mesmo jogo de tabuleiro que vive se tratando bem ou mal.
Fazendo planos toscos pra sair da rotina.
No fim da tarde vamos à praça tomamos uma cerveja.
E começamos de novo a mesma conversa que tivemos no inicio do dia.
Mas não temos outra coisa pra fazer.
Não temos outros assuntos pra falar.
Não temos outra coisa pra tomar.
(...)

E agente sempre se perde.
Na parte mais idiota e monótona desse filme que a gente sempre conversa.
Sentados na praça, no meio da multidão.
Estamos calmos de mais pra correr como as outras pessoas.
Nos sentindo jovens de mais pra começar a correr.
E mais um dia passa sem dizer adeus…

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bebida de boteco

  

Já tentei escrever um monte de coisas para esse Fanzine.
E ao mesmo tempo pro outro.
E sinceramente se eu puder acho que me tornarei um jornalista.
hahahaha.
É estranho, mas acho que to gostando desse tipo de trabalho.
Às vezes eu fico até tarde da noite, e tenho milhares de idéias, pego meu caderno,
e fico escrevendo milhares de coisas pra não esquecer.
Nem que eu escreva besteiras.
Durmo pensando no que escreverei amanhã,
E quando surge algo eu ligo a luz, pego a caneta e o caderno e escrevo,
pois eu sou muito esquecido. hahahaha.
Sou assim mesmo
Então, to mudando completamente minha rotina,
quase nem estou saindo de casa, e estou maneirando mais meus os meus vícios,
esse é o motivo que me faz trabalhar mais.
É lógico ainda estou vivo eu ainda dou um role pela rua no final da tarde, fico na praça assistindo o fluxo de pessoas na rua,
aos fins de semanas vou encontrar com os amigos e beber um pouco...
afinal também sou filho de Deus. hahahaha.
Desde criança eu gosto de desenhar e escrever, se eu tivesse guardado,
mostraria pra vocês minhas anotações.
Outro dia eu encontrei um poema que era pra ser uma musica da minha primeira banda isso em 2005,
Estava jogado no meio de uma antiga escrivaninha onde guardava meus desenhos.
Eu encontrei muita coisa que eu achei foda que pra época, eu tinha 16 anos, uma vida completamente desregrada, rebeldia, álcool, drogas e tudo mais. Mais isso é uma estória que deixarei pra outro dia.
Uma das minhas maiores paixão é escrever e compor, ter uma banda de punk rock.
Pode não parecer mais é uma caso sério de amor extremo, hahahaha.

Sinceramente, esses tipos de coisas eu não faço pensando o que as pessoas querem ouvir ou ler, nesse caso eu sou um fdp de um egoísta, eu faço por mim.
Minhas angustias e idéias, quando subo num palco eu extravaso toda minha raiva.
Falo mal se puder, falo merda, mando todo mundo tomar no cú,
e não respeito a nenhuma regra que possa existi no local.

Cada vez que eu faço isso, eu me sinto muito aliviado, mais leve, tiro aquele nó da garganta.
Acho que por isso estou fazendo Fanzine.
Mesmo que saia com erros ortográficos eu procuro passar pras pessoas o que to sentindo, e me sinto mais completo.

Eu me amarro em escrever coisas no meu Orkut, e mandar para os amigos.
Mas sou fãn mesmo é do papel e da caneta, tudo do jeito antigo.
Entregar pessoalmente e sentir a satisfação pessoal, e depois saber o que a pessoa achou ver o quarto uma zona, papel pra um lado, canetas e grafite pro outro,
poemas perdidos cola derramando no chão, enfim aquela zona toda.
Eu sou viciado em fazer fanzine também porque eu deixo o meu quarto um caos.
hahahaha.

Depois que termino, eu pego um trocado e tiro um exemplar pra ver como ficou,
depois dou o ultimo retoque e "já uera", "o vaitisse".
Depois vou a qualquer lugar onde tire xérox, e tiro os exemplares. Já me tornei inimigo de muitas dessas papelarias, já ouvi muita bronca, pois eles sempre deixam falhas, e eu peço pra eles tirarem de novo.
Passo um tempinho esperando ela terminar, pra depois eu ver todos os erros. hahahaha
É disso que eu gosto de toda essa correria.
E gosto não se discute...
Em menos de um ano deixei de ser um junkie sedentário,
pra ser um junkie, fanzineiro, meio sedentário. Já é um grande passo. hahaha.
Ainda sou jovem, ainda tenho muita coisa pela frente, pra fazer e contar pra vocês.
To com milhares de problemas pessoais, se eu pudesse contar tudo eu contava,
mas isso vou deixar vocês entenderem em algum manuscrito.
Só sei que fiz um monte de coisas que só atrasou a minha vida...
Talvez eu tenha sorte de ter amigos que ainda me aturam quando estou bêbado, (mas porra, todos bebem que também são meio pé no saco).
Como diria o Diego: - "porre é uma raça muito unida!”.
Hahahahahaha.
Eu vou está distribuindo a segunda edição a parti do dia 15/04, se tudo der certo!
E é isso.
Está acabando a primeira edição do bebida de boteco,espero que tenham gostado .
PS: dúvida, intrigas, troca de idéias ou qualquer outra coisa meu contato está na capa de traz.
Cheiro

Paz, sorte e amor

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

essa música me diz tanto Que nem sei como não tem meu nome.



                    Não é pedir demais querer ficar em paz,
Trancar as portas e dizer pro mundo que morremos.
Fica então aqui, que é tão ruim estar assim
E eu já não quero mais silêncio.
Aumenta o som que essa música me diz tanto
Que nem sei como não tem meu nome.
Sou uma criatura estranha, com uma solidão tamanha,
Daquelas que sempre tem que estar perto de alguém
Pra conseguir ficar bem, e que quando não tem ninguém faz manha.
"Monte Dourado" é assim, mas acho tão bom dormir
Ouvindo a chuva na janela e embaixo das cobertas.
Então me abraça que é só você que eu quero
E eu quero ser tudo pra te ver sorrir.
Eu cresci assim, menino genioso e impulsivo,
E acho que gosto desse meu jeito.
Uso as mesmas camisetas, sempre tenho mil problemas
Nunca escondo meus defeitos.
Sempre ligo pros amigos quando me sinto sozinho,
Mesmo sem nada pra dizer.
Sempre digo que consigo e às vezes até acredito.
E às vezes até que me dou bem.
E hoje eu só quero ficar com você,
Aqui mesmo em casa vendo tv.
A gente faz graça sobre nossos planos
E enganos desses "vinte" e poucos anos.


"Eu acho essa musica tão minha cara quanto à de quem escreveu."

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A maldição da pipoca. (parte: 1)




(...)

Billy:
-Que filme é esse?

Brunno:
-Premonição 4.

Juninho:
- Égua, esse filme é foda velho. Tu tem nojo, depois tu se mata de ri.

Billy:
- Vamos assisti?

Juninho:
- Ta Billy, mas só se tu fizer a pipoca. To com fome e é a única coisa que tem pra comer aqui em casa.
 
Billy:

- Ta beleza, então vamos logo, que eu quero voltar pra casa, antes das 04h, tenho coisas mais interessantes pra fazer lá.

Brunno:
- O quê ficar matando o teu vicio de internet?

Billy:
- não, vou me ocupar com o cú dos perguntadores!

Risos sarcásticos”.

Juninho:
- Sim, vai fazer a pipoca.

Billy:
- Ta, me passa a manteiga, odeio óleo tem muito colesterol, o sal...

Juninho:
- Não, mano faz com arisco é melhor.

Billy:
- Ta, mas depois eu vou jogar sal.

Juninho:
- Tem umas Castanhas-do-pará aqui, vamos comer enquanto isso?

Billy:

- No duro?

Brunno:
- tu sabias, que Castanha-do-pará retarda o envelhecimento, basta comer uma por dia.

Billy:
- ah, então quebre 5 pra eu comer, não quero envelhecer, odeio velhos, são nojentos e ta tudo caído, chatos e caducos e bem mais inúteis que eu, a única coisa que eu queria e que eles tem é a aposentadoria, andar de ônibus sem pagar e...

Brunno:
- Não idiota, só tem que comer uma por dia, pois nela contém selênio.

Billy:
- E qual a diferença entre comer uma ou cinco?

Juninho:
- Ah, já vão começar é?!

Billy:
- é ele que é chato.

Brunno:

- cala a boca e faz a pipoca!

Billy:
- vai tomar no cú!

...Minutos depois...

Billy:
- Pronto, galera, a pipoca está pronta!

Juninho:
- Hum, ta gostosa essa pipoca, parabéns.


Brunno:
- pior, billy, quer casar comigo?

Billy:
- Amigo não rola!

Brunno:
- Por quê?

Billy:
- por que tu não tens um órgão genital chamado “Vagina”!

Brunno:
- Não, mas não preciso de vagina pra gente casar, é só pra ti fazer a comida mesmo, daí tu vai atrás de sua vagina na rua.

Billy:
- Odeio sexo, é uma ideologia de hippie e eu nem sou maconheiro pra seguir aquele movimento que já morreu junto com o woodstock. Eles são apenas lembranças de uma era pós-guerra.

Juninho:
- Vai te fuder Billy! Cala a boca e vamos assistir ao filme!

Billy:
- Brunno, me dar um pouco desse teu suco.

Juninho:
- ta fraco, o teu irmão fez ontem quando veio em casa...

Billy:
- Credo. Odeio suco de Manga!

Brunno:
- Tu não gostas de suco de Manga, billy?

Billy:
- Se eu gostasse não ia dizer que odeio. ¬¬

...Minutos depois...

Juninho:
- Mano, faz mais pipoca pra gente?

Brunno:
- é sim Billy, faz mais pipoca lá!

Billy:
- Calma aí caralho, deixa eu pelo menos assistir a primeira parte do filme.

Juninho:
- foi mau ai bicho!

Billy:
- Aperta pause ai que eu vou fazer essa porra.

Brunno e Juninho:
- ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!! \o/

...15 minutos depois...

Billy:
- Ta pronto seus fofoqueiros!

Brunno:
- Essa ta melhor, menos salgada.

Juninho:

- então joga mais sal, eu gosto de coisas bem salgadas!

Billy:
- menino do céu, num viaja tu ainda morre de pressão alta.

Juninho:
- Espera aí vou aqui no quarto e já volto.

Billy:
- Para com tua macacada Brunno, te quieta, caralho.

Brunno:
- vem pra porrada?

Billy:
- para ai, veado, meu celular ta tocando, ai porra minha mão ta ardendo essa panela ta tão quente, que nem o pano protege.

Brunno:
- NÃO COLOCA EM CIMA DO SOFÁ VAI QUEIMAR ELE.

Billy:
- pior!

Brunno:
- PORRA BILLY, OLHA O QUE TU FEZ!

Billy:
- TO VENDO, NÃO PRECISA LEMBRAR.

Brunno:
- CARALHO PERAE.

Billy:
- HAHA. HARRY FODA-SE DAQUI A POUCO TU ME LIGA BELEZA?

Géssica “Harry”:
- O que aconteceu?

Billy:
- NADA PORRA, APENAS UM ACASO, TCHAU.

Brunno:
- CARALHO BILLY, PERAE PRONTO, SERÁ QUE ESSE PANO ELE VAI VER?

Billy:
- PUTA QUE O PARIU!!! COMO EU VOU DIZER PRO JUNINHO ESSA PORRA? A MÃE DELE VAI MATAR EU E ELE. VAMO LA COM O JUNINHO.

Billy:
- Juninho, tu não acredita no que aconteceu...

Juninho:
- Bicho, eu não acredito que vocês derrubaram a pipoca no chão.

Brunno:
- Não, pior.

Juninho:
- Quebraram a TV, o DVD, o som?

Billynho:
- Não porra, pior! Porra, velho foi sem querer, foi mal!
“Risada cínica, porem de medo”.

Juninho:
- Mostra lá!
- PUTA QUE PARIU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Nesse momento eu penso em ir comprar uma cerveja bem gelada, mas lembrei que tenho que dar um tempo de 1 mês”.

Brunno:
- Hahahaha!

Billy:
- Para de ri Brunno, olha pro meu desespero e pro desespero dele. “rindo cinicamente porém com medo”.

Brunno:
- Uma musica pra esse momento. Hahahaha.

Juninho:
- ah, já foi, vamos comer pipoca e continuar assistindo o filme.

... Depois de alguns minutos de silêncio assistindo o filme, e pensando no buraco no formato de uma bunda que ficou no sofá.

Billy:
- Cara, tu ainda ta pensando no sofá?

Juninho:
- to!

Brunno:
- não vou mais comer dessa pipoca!

Juninho:
- eu não to mais com fome, acho que foi o sofá.

Billy:
- descunjuro, isso ta medonho, nem eu!

...Instantes depois...

Billy:
- O que foi Juninho?

Juninho:
- Nada, to pensando como é que vou contar pra mamãe. Tenho que inventar uma estória.

Brunno:
- Diz que foi o Billy!

Juninho:
- Não fode.

Billy:

- vai lá Brunno, inventa uma estória rapidinho. Tu que é ninja pra isso.

Juninho:
- Já sei, vou botar culpa no Fernando, é, é isso que eu vou fazer.

Billy:
- Não, o Fernando não! Vamos colocar a culpa na Tami, ai agente se vinga com estilo.

Juninho:

- Não, a mamãe já sabe que eu não quero ver ela nem pintada de ouro.

Billy:
- Merda!

Brunno:
- Já sei, só colocar culpa em mim...

Juninho:
- Tu Brunno?

Billy:
- Tu brunno?

Brunno:
- Sim, a tua mãe pensa que sou serio, acho que ela não vai me matar, como faria com o Billy.

Juninho:
- Então ta.

Billy:
- Então ta.

Enquanto o filme continuava, as mortes animadas aconteciam eu não parava de pensar no buraco com formato de bunda, aquilo estava me dando vontade de vomitar, as mortes já não me faziam ri, eu pensei na mãe do Juninho metendo bronca nele e no Brunno.

Até que ficar seriamente, sem animo pra ri das mortes interessantes do filme, pensei num cigarro e pensei em ir embora.

Juninho estava pensando na treta que ia rolar, eu pensando nas tretas que iam rolar, e o Brunno pensando como a próxima morte iria acontecer no filme, até acabar.

...to be continued...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

o lado certo da vida errada




Sempre fui uma pessoa errada, que tenta fazer tudo nos conformes.
Mas sempre lembro que não sou a pessoa certa pra fazer as coisas erradas.
 Eu sempre perco a paciência comigo mesmo, por ser tão assim.
É tipo o lado certo da vida errada, uma musica triste e melancólica como trilha sonora de um romance. Hahahaha…
Ah! Vai saber! Talvez isso faça parte do meu jeito de ser. Nunca gostei de ser o “Zé certinho”, mas também não curto bancar uma de “bad boy” pra querer chamar a atenção de alguém, e comentar sobre isso me dar nojo.

Outro dia eu estava em um churrasco na casa de um amigo. Vi os garotos da “gangue gangrena”. Um bando de moleque novo querendo posar de maluco, querendo bancar uma de tal, dono da situação, saca? Até que a mãe de um deles aparece e faz certa confusão, os únicos que estavam dando atenção eram os amigos dele, o meu amigo que tava promovendo o churrasco na casa. Eu nem quis me meter, o problema não era meu, e isso é uma coisa que to tentando para de fazer “não me meter meter onde não sou chamado”. A casa não é minha, e o moleque é bacana, mas não o tenho como um amigo.
Então o máximo que pude fazer foi observar e ficar rindo da situação
Enfim, isso não vem ao caso.

Parece que a cada dia estou mais recluso, ainda não perdi o pique pra certas coisas, sempre tento me manter no controle da minha vida, mas sempre algo corre pro lado errado da “coisa” que me deixa confuso, e me sinto um merda.
Só sei que nessas férias, eu precisava de um pouco de paz, e esquecer metade dos meus demônios. Deixei de pensar em coisas profundas, de refletir sobre a vida. Precisava de algo mais. Falar besteira, rir de tudo, fazer besteiras, esquecer do mundo e viver só o momento com os amigos que há tempos não via. De escutar outras conversas, ver o sol nascer de outra maneira, lembrar de merdas feitas no passado.
Essas férias me fizeram sentir, que, tenho sim uma bela vida, sem limites. Que eu posso quebrar qualquer regra, deixar de me preocupar com coisas fúteis, ainda sou jovem e acho que tenho mesmo que correr atrás do tempo que perdi. E nada vai me fazer pensar diferente sobre esses últimos 35 dias. E se eu pudesse reviver tudo de novo, eu viveria, fazendo as mesmas coisas, rindo das mesmas besteiras, se for pra sentir saudades disso tudo que eu vivi então não quero esquecer de nenhum segundo sequer.

Ta aí, talvez eu não seja o “Zé certinho”, nem o “bad boy” da história, sou tão normal como qualquer outra pessoa… Quer saber, Acho que vou colocar algo na minha mochila, fazer algumas ligações e sair desse tédio, dar uma volta. É, aproveitar meus 21 anos, É isso mesmo...

Não sou mais adolescente, mas ainda ta muito cedo pra crescer!